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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Movimentos pacifistas

O pacifismo é uma filosofia de origem americana que se fundamenta na oposição ao uso da força para combater o terrorismo. O pacifismo condena qualquer tipo de conflito, independente de seus motivos e objetivos, defendendo o acordo entre países com a finalidade de promover a paz.
Em meados de 1815, o pacifismo surgiu com iniciativas individuais, onde as pessoas organizavam associações sem o apoio do governo para pedir a paz. Em 1840, aproximadamente, o pacifismo foi incorporado pelas doutrinas econômicas de livre comércio, o que facilitou o seu processo de expansão. Em 1865, o pacifismo ganhou o apoio de grupos democratas, nacionalistas e socialistas que fizeram grandes e importantes movimentos acerca da paz.
Nos dias de hoje, onde a guerra e outros conflitos entre Estados são cada vez mais constantes, o pacifismo não encontra formas e nem meios de ser executado, pois os países não privam a opinião e o bem-estar da população colocando somente as questões econômicas, políticas e territoriais como fatores de prioridade e importância.
Hoje, os Estados são apoiados por outros, tornando-os mais fortes e poderosos, o que faz com que os conflitos tomem proporções cada vez maiores. 
Princípios Básicos do bom funcionário.



 Ser cortês: o funcionário deve atender bem a qualquer cliente que se dirija a empresa. Para isso, precisa suplantar seus próprios preconceitos ou uma eventual má impressão inicial que o cliente cause. Deve atender de modo como gostaria de ser tratado: com cortesia e sinceridade.
                                 
- Mostrar boa vontade: mesmo fora de sua área de trabalho, o funcionário pode cumprimentar a todos. Não só colegas de serviço, mas também clientes que já foram atendidos em outra ocasião. A gentileza não precisa restringir-se ao setor daquele funcionário, mas deve se estender a toda empresa. É sempre gratificante para o cliente ser reconhecido e cumprimentado pelo funcionário que o atendeu anteriormente.

- Agir com rapidez: o tempo é importante. O cliente deseja que seu problema seja resolvido o mais depressa possível. No entanto, ele não suportaria a impressão de que o funcionário deseja” ficar livre” dele. Rapidez não é sinônimo de descaso ou irritação.

- Prestar orientação segura: Muitos clientes não sabem a quem procurar numa empresa, é interessante iniciar o contato com expressões do tipo; “ Em que poderia servi-lo, Senhor?” Assim ele se sentirá protegido e valorizado.


- Falar a verdade: nas informações prestadas, a verdade é extremamente importante. Mesmo não sendo agradável, é melhor o funcionário assumir uma falha eventual que dar ao cliente a impressão de que esconde informações ou omite problemas.

- Dar atenção às reclamações: o funcionário deve ficar atento para qualquer reclamação, queixa ou sugestão por parte do cliente. Lembre-se que a maioria dos clientes não reclamam, simplesmente não voltam mais.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Consumismo



O consumismo é o ato de consumir  produtos de forma exagerada.  As pessoas consumistas adquirem produtos (roupas, produtos eletrônicos, jóias, carros, imóveis) sem ter a necessidade destes. 

O consumismo é típico das sociedades capitalistas e é estimulado pelas campanhas publicitárias vinculadas, principalmente na TV, cinema e meios de comunicação (revistas, jornais, rádios). 

Pesquisas indicam que o maior número de consumidor do planeta, são as mulheres, entre os 20 a 30 anos.

Dizem que estamos vivendo a reencarnação do milagre econômico. Como o acesso ao dinheiro está consideravelmente fácil e barato, o mercado do consumo está mais aquecido do que nunca.
Hoje todos nós consumimos o que queremos, tudo é acessível, e se o cartão de crédito passar, ótimo, mais um motivo de continuar consumindo cada vez mais.
Mas quem é o grande culpado nesta história, quem consome, ou quem induz ao consumo? Há quem diz que os verdadeiros culpados são os ‘marqueteiros’, pois eles vivem empurrando 'coisas' que as pessoas não necessitam. Por outro lado, o problema pode partir da própria pessoa, que não consegue distinguir a diferença da vontade com da necessidade.

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